
Tratamento de ENXAQUECA em
Santa Catarina
A enxaqueca é uma doença neurológica que pode causar dor intensa e impactar significativamente a qualidade de vida. Felizmente, existem tratamentos eficazes que ajudam a controlar as crises e reduzir sua frequência.
O acompanhamento com neurologista é essencial para um diagnóstico correto e definição do melhor tratamento.
O que é enxaqueca?
A enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça comum. Trata-se de uma condição neurológica caracterizada por crises recorrentes de dor, frequentemente acompanhadas de outros sintomas.
Sintomas da enxaqueca
Os principais sintomas incluem:
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Dor pulsátil (geralmente em um lado da cabeça)
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Náuseas e vômitos
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Sensibilidade à luz (fotofobia)
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Sensibilidade ao som (fonofobia)
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Piora com esforço físico
Em alguns casos, podem ocorrer alterações visuais (aura).
O que pode desencadear a enxaqueca?
Alguns fatores comuns:
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Estresse
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Alterações no sono
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Jejum prolongado
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Consumo de álcool
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Alterações hormonais
Identificar os gatilhos é parte fundamental do tratamento. Conheça mais, clicando aqui.
Como é feito o tratamento da enxaqueca?
O tratamento é individualizado e pode incluir:
Tratamento das crises
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Analgésicos
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Antiinflamatórios
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Medicamentos específicos para enxaqueca
Tratamento preventivo
Indicado para pacientes com crises frequentes:
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Ajustes no estilo de vida
Por que tratar corretamente é importante?
Sem tratamento adequado, a enxaqueca pode:
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Tornar-se crônica
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Aumentar em frequência
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Impactar trabalho e vida pessoal
O tratamento correto reduz significativamente esses riscos.
Quando procurar um neurologista?
Procure avaliação se:
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As crises são frequentes
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A dor é intensa ou incapacitante
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Os medicamentos não estão funcionando
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Há piora progressiva
Atendimento especializado
O Dr Marcelo Zalli é neurologista com atuação em Santa Catarina, com foco no tratamento da enxaqueca e distúrbios da memória.
A abordagem é individualizada, baseada em evidências científicas e voltada para melhorar a qualidade de vida do paciente.
Agende sua consulta
Se você sofre com enxaqueca, uma avaliação especializada pode mudar completamente seu controle das crises.
Agende sua consulta e inicie o tratamento adequado.
Conteúdo revisado pelo neurologista Dr Marcelo Zalli, atuação em enxaqueca e doenças neurodegenerativas (Parkinson e Alzheimer)
LEIA TAMBÉM A MATÉRIA DO DR MARCELO ZALLI, SOBRE TRATAMENTOS DE ENXAQUECA NO SITE DA JOVEM PAN

TRATAMENTO PREVENTIVO
Tratamentos avançados para enxaqueca: toxina botulínica e anticorpos monoclonais
O tratamento da enxaqueca evoluiu significativamente nos últimos anos, especialmente para pacientes com quadros mais frequentes ou de difícil controle.
Entre as opções mais modernas e eficazes, destacam-se a toxina botulínica e os anticorpos monoclonais, utilizados principalmente em casos de enxaqueca crônica.
Toxina botulínica no tratamento da enxaqueca
A toxina botulínica é uma opção terapêutica reconhecida para pacientes com enxaqueca crônica, especialmente aqueles que não obtiveram resposta adequada a outros tratamentos.
O procedimento consiste na aplicação da medicação em pontos específicos da musculatura da cabeça e do pescoço, com o objetivo de reduzir a frequência e a intensidade das crises.
O Dr Marcelo Zalli atua com esse tipo de tratamento desde 2015, com experiência no manejo de pacientes com enxaqueca de difícil controle.
Além da prática clínica, o tema já foi abordado em publicação no portal Jovem Pan, em artigo assinado pelo próprio Dr Marcelo Zalli, destacando os avanços no uso da toxina botulínica no tratamento da enxaqueca crônica. Clique aqui e leia no site da Jovem Pan
Anticorpos monoclonais: uma nova era no tratamento
Os anticorpos monoclonais representam uma das maiores inovações recentes no tratamento da enxaqueca.
Essas medicações atuam diretamente em mecanismos específicos da doença, especialmente relacionados ao CGRP (peptídeo relacionado ao gene da calcitonina), reduzindo a frequência das crises de forma significativa.
São indicados principalmente para pacientes com:
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enxaqueca frequente
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enxaqueca crônica
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falha em tratamentos convencionais
Qual tratamento é mais indicado?
A escolha entre toxina botulínica, anticorpos monoclonais ou outras estratégias depende de uma avaliação individualizada.
Fatores como frequência das crises, resposta a tratamentos anteriores e características clínicas do paciente são fundamentais para definir a melhor abordagem.
Avaliação especializada faz diferença
O uso dessas terapias deve ser feito com acompanhamento neurológico, garantindo segurança e melhores resultados no controle da enxaqueca.
O Dr Marcelo Zalli atua no tratamento da enxaqueca com abordagem personalizada, utilizando recursos modernos e baseados em evidências científicas.
Agende sua consulta
Se você apresenta crises frequentes ou não tem resposta ao tratamento convencional, existem opções eficazes disponíveis.




GATILHOS DA ENXAQUECA
Gatilhos da enxaqueca: o que pode desencadear uma crise?
A enxaqueca é uma doença neurológica que pode ser influenciada por diversos fatores do dia a dia. Esses fatores, conhecidos como gatilhos, variam de pessoa para pessoa e têm papel importante na frequência e intensidade das crises.
Identificar e controlar esses gatilhos é uma das etapas fundamentais no tratamento da enxaqueca.
Quais são os principais gatilhos da enxaqueca?
Diversos fatores podem contribuir para o início de uma crise. Entre os mais comuns, destacam-se:
Estresse emocional
O estresse é um dos gatilhos mais frequentes.
Situações de tensão, ansiedade ou sobrecarga podem facilitar o surgimento das crises, especialmente quando persistentes.
Alterações no sono
Tanto a falta quanto o excesso de sono podem desencadear enxaqueca.
Mudanças nos horários de dormir e acordar também são fatores importantes.
Alimentação
Alguns alimentos podem atuar como gatilhos em determinados pacientes, como:
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bebidas alcoólicas
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chocolate
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queijos envelhecidos
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alimentos ultraprocessados
Além disso, o jejum prolongado é um fator frequentemente associado às crises.
Leia a matéria do Dr Marcelo Zalli sobre GENÉTICA DA ENXAQUECA publicada na CNN.
Exposição prolongada a telas
O uso excessivo de computadores, celulares e outros dispositivos pode contribuir para o surgimento da enxaqueca, especialmente quando associado a má postura e fadiga visual.
Alterações hormonais
Mais comuns em mulheres, especialmente durante:
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período menstrual
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variações hormonais
Fatores ambientais
Mudanças de temperatura, luminosidade intensa e ruídos podem desencadear crises em pessoas mais sensíveis.
Todos os pacientes têm os mesmos gatilhos?
Não. Cada paciente possui um padrão individual.
Por isso, o reconhecimento dos gatilhos pessoais é essencial para um controle mais eficaz da enxaqueca.
Como identificar seus gatilhos?
Uma das estratégias mais eficazes é observar padrões ao longo do tempo.
Manter um registro das crises — incluindo alimentação, sono, estresse e rotina — pode ajudar a identificar fatores associados.
Controlar gatilhos ajuda no tratamento?
Sim. O controle dos gatilhos pode:
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reduzir a frequência das crises
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diminuir a intensidade da dor
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melhorar a resposta ao tratamento
No entanto, em muitos casos, é necessário associar essa estratégia a tratamento medicamentoso.
Avaliação especializada faz diferença
A identificação correta dos gatilhos e a definição do tratamento ideal devem ser feitas com acompanhamento neurológico.
O Dr Marcelo Zalli é neurologista com foco no tratamento da enxaqueca, atuando na identificação de fatores desencadeantes e no controle das crises com abordagem individualizada.
Agende sua consulta
Se você apresenta crises frequentes de dor de cabeça, entender seus gatilhos pode ser o primeiro passo para o controle da enxaqueca.
Agende sua consulta para uma avaliação especializada.
FAQ GATILHOS ENXAQUECA
Perguntas frequentes sobre gatilhos da enxaqueca
Quais são os principais gatilhos da enxaqueca?
Os principais gatilhos da enxaqueca incluem estresse, alterações no sono, jejum prolongado, consumo de álcool, alguns alimentos específicos, alterações hormonais e exposição prolongada a telas.
Todo paciente com enxaqueca tem os mesmos gatilhos?
Não. Os gatilhos variam de pessoa para pessoa. Cada paciente apresenta um padrão individual, o que torna essencial a identificação personalizada desses fatores.
O estresse pode causar enxaqueca?
Sim. O estresse é um dos principais fatores desencadeantes da enxaqueca e pode aumentar tanto a frequência quanto a intensidade das crises.
Ficar sem comer pode desencadear enxaqueca?
Sim. O jejum prolongado é um gatilho comum e pode precipitar crises em muitos pacientes.
Uso de telas pode piorar a enxaqueca?
O uso excessivo de telas pode contribuir para o surgimento de crises, principalmente quando associado a fadiga visual, má postura e longos períodos sem pausas.
Controlar os gatilhos resolve a enxaqueca?
O controle dos gatilhos ajuda a reduzir a frequência das crises, mas muitas vezes precisa ser associado a tratamento médico para um controle adequado da doença.
Quando devo procurar um neurologista?
É recomendado procurar um neurologista quando as crises são frequentes, intensas ou interferem na qualidade de vida.




